Alguém que compreende. Lembro de ter visto uma mesa redonda no SESCTV com o Júlio Medaglia, o mediador do SESC e um jornalista cultural – se não me falha a memória, o Tárik de Souza. Eles falavam dessa nova forma de consumir música: como se fossem esteróides; foninhos brancos 24/7, nonstop.
Lá do Manual do Minotauro.
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