sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Jobim de marfim
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Música microeconômica
Já falaram bastante de terceirização de música, mas nunca colocaram em números. Imagine, digamos, uma cantora de axé. Dummy: Ivete Sangalo.
Exemplificarei minha tese com um hit: Abalou, abalou / Sacudiu, balançou / Coração é felicidade. O último verso fica por conta da muvuca. Não consideramos no modelo o refrão – normalmente cantado pelo público – e as frases incidentais ao longo do show.
Supomos também que, coeteris paribus, as canções tem três estrofes. Podemos deduzir que, a cada canção de três estrofes, a intérprete deixa de cantar uma. Digamos que o setlist seja de 20 músicas. Ivetinha, portanto, daria o migué em deixar o povão cantar 6,6666666... músicas. Arredondemos, pois, para apenas seis; a dízima fica para mensagens & dizeres residuais durante o concerto – “Sai do chão” / “Comigo” / “Na palma da mão” e “Alôôô [cidade onde estou fazendo o show]”.
Moral da história: você paga 200 mangos pra se espremer – algumas vezes somente pela nobre causa da conjunção libido-carnal – entre um milhão de fãs histéricas, disfuncionais e alguns heróis empenhados no santo ofício (as únicas pessoas que estariam dispostas a situações tão insalubres) num campo de futebol, mal conseguindo escutar o que a moça de collant de couro tá gritando em cima de uma moto com dois Jesus Luzes (plural de Jesus, alguém?), e ainda canta 30% do que ela deveria cantar? Prefiro o Vila Country.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Thou sprach Zarathustra
Cara, sensacionais as fotos. Sempre cortesia do Big Picture @ Boston.com
terça-feira, 21 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Mainardi: PIMP
O cara é, no mínimo, foda. Ele escreve isso no semanal de maior circulação do país! Palmas.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Passos Largos
Só que meu preferido é esse aqui, que rola a partitura mesmo, bpm no talo:
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Um cartum a mais

Cartuns da New Yorker são sensacionais. Mas esse tipo de strip não goza de muita popularidade em terreno tupiniquim, onde CQC é considerado humor "inteligente" e qualquer coisa mais elaborada é taxada de hermética ou nerd.
Cartoon Bank.